Mostrando postagens com marcador rockdobem7. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rockdobem7. Mostrar todas as postagens

Rock Do Bem 7 | 5º Dia - Vitória Régia

7 de dezembro de 2011
0
DOMINGO DE ROCK, BEBÊ! 

Fotos por Bianca Dias
Texto por Lígia Ferreira 

O quinto e último dia do Festival Rock do Bem chegou. E não poderia ter sido melhor. Dominguera, sol, dia lindo, Vitória Régia e claro, o ingrediente principal: Rock.

Quando cheguei o parque já estava bem recheado de expectadores – personagens. Era cada tipo que se encontrava; dariam bons personagens de ficção. Mas todos ali com o mesmo objetivo e vontade: escutar muito rock’n roll. E foi o que o Festival proporcionou.

The Almighty Devildogs, já bem conhecida do público bauruense, foi a primeira a se apresentar. O público que foi buscar muito “bate cabeça” não se animou tanto, talvez pelo fato do som ser instrumental. E convenhamos, sabemos que música instrumental não é tão pop assim; infelizmente. Parece que a galera rock’n roll queria mais, muito mais.

O quarteto fez uma apresentação que não decepcionou. Ficou ali, naquele show esperado de sempre. Minto, os garotos fizeram uma ótima escolha em chamar o Leozinho da banda Supersônica pra cantar uma música com eles. Foi o ápice do show. 

Foi o momento que percebi as pessoas de levantando pra dançar. Dançar? Sim, no rock também dá.


E Leozinho veio pra chamar e berrar o que aquele dia foi: É rock , porra! A noite caía e por ela ainda muitas cabeças iriam bater, “ah, se ia...”

DIA DE TIRAR AQUELA CAMISETA DE BANDA DO ARMÁRIO 

Texto por Renata Coelho

Não sei se isso é coisa minha, mas quando vou a eventos em praças públicas, não consigo desviar minha atenção do público. É muito bonito ver como pessoas de diferentes tribos, classes e idades podem curtir um mesmo ambiente, o mesmo som, a mesma vibe...

Como aquele catador de latinhas, que compareceu trajando uma camiseta do Sepultura e tocando a todo o momento sua guitarra imaginária... E também todas aquelas crianças presentes, na companhia de seus pais rockeiros, e que são e serão, AINDA BEM, futuros admiradores do Rock!

Esse era o clima que pairava naquela tarde e começo de noite. A apresentação da banda Cavalo Morto começou logo após a da banda Almighty Devildogs. 

Com 18 anos de carreira, Cavalo Morto já atingiu certa maturidade e tem um público fixo em Bauru. A galera compareceu em peso, e as rodinhas de bate cabeça estavam a todo vapor nas proximidades do palco.

Trabalhando com um rock mais pesado, a banda também é conhecida por seus fãs como “possuídos pelo rock”, já que costumam tocar suas músicas sem  grandes intervalos. 


A energia e o entrosamento da banda também contribuíram com o clima daquele domingo, que foi dia de tirar aquela camiseta de banda do armário, foi dia de rock, bebê! 

Mas para mim, o público não foi apenas espectador, ele foi elemento fundamental para dar o tom ao show, onde todos estavam confortáveis para curtir o som a sua maneira, mesmo que seja apenas tocando sua guitarra imaginária.


D.O.S + Fetus Humanóides + Macaco Bong + Generator + Aleluia Bitch + Raimundos + The Almighty Devil Dogs + Cavalo Morto + Raimundos
Por Bianca Dias  
Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 5º Dia - Raimundos

Fotos por Bianca Dias
Texto por Ana Beatriz Assam

De cima do palco as sensações são diferentes.

Raimundos. Último show do último dia de Rock do Bem. Enquanto os primeiros acordes de Fique! Fique! ecoam, subo a escada que leva até o palco. 

Paro por um momento. Na minha frente o Raimundos, atrás o lago do Vitória Régia iluminado pela lua. Merecia uma foto. Acho que todo mundo um dia já quis ser artista, já quis pegar um instrumento, subir no palco e tocar para uma multidão. Bom, falo por mim. Por mais que o show não seja assim TÃO grande e minha posição não seja nem um pouco importante, estou eufórica. É Raimundos, caramba! Ai, minha pré-adolescência. 

Mas não sou só eu que estou assim. Daqui de cima, fica mais fácil enxergar as reações da platéia. Rostos conhecidos na multidão. A galera vibra alucinada a cada música. Aos poucos, vai se formando uma roda punk monstruosa.


Confesso que estou um pouco surpresa. Como todo mundo sabe, o Raimundos teve uma boa queda de popularidade depois da saída do Rodolfo. Mas o que estou vendo aqui hoje não deixa a desejar em nada. Música de qualidade. Então porque é que eu estou tão controlada? 

Entro na vibe da galera que curte loucamente. Umadepoisdaoutra os caras vão tocando os maiores sucessos. Minha Prima Mulher de Fases I Saw You Saying Me Lambe A Mais Pedida Reggae do Manêro Eu Quero Ver o Oco. Êxtase total.


E do mesmo jeito que começou, acaba: como uma porrada. 

Ato consumado. E agora, Bauru? Como continuar depois dessa? 

Na porta do camarim já se formou uma fila de fãs. Todo mundo quer tirar uma foto com os caras. Mas, peraí! O Marquim e o Caio acabaram de passar pela galera tranquilamente, quase sem serem notados. Que ironia! 

Minha vez de entrar. Lá dentro, só o Canisso e o Digão. 5 minutos pra tirar uma foto com os caras. E... porta na cara! Tá, eu espero de novo. Dessa vez, vou entrar com os caras da organização.

Bate-papo descontraído. Os dois são gente boa, sem estrelismo.  Fotos, risadas, autógrafos.

“De quem é aquele Toddynho?”, alguém pergunta. “É meu, eu não bebo”, responde o Canisso. 

Também não são tão maus quanto parece. Acredite se quiser.

RAIMUNDOS
por Rafael Kage

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 4º Dia - Agudos

Os Patrões + Pearl Jam Cover
por Rafael Kage

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 4º Dia - Shiva Bar

6 de dezembro de 2011
1
CADÊ MEU CACHECOL?
Fotos por Bianca Dias
Texto por Ana Beatriz Assam

Mais uma noite de Rock do Bem. Dessa vez, no Shiva. Na primeira vez que estive aqui, o Aleluia, Bitch! também tocou. O bar está abarrotado. Daquela vez, também estava. Mas os rostos eram mais conhecidos. 


Percorro meu caminho até a mesinha ao fundo, onde a Lais Semis me espera. Quem são esses caras chatos da mesa do lado?

Aleluia, a banda vai começar! Todas (ou quase todas) as atenções se voltam para o palco. A mesa ao lado continua a pentelhar. Tchau, vou pra frente do palco!

Logo de cara uma dobradinha de Arctic Monkeys. Arrrrrrepio na espinha! Ainda não consigo acreditar que vou vê-los em abril. E por falar em dobradinha, alguém mais reparou que as guitarras estão dobradas? Tenho uma missão: identificar o “novo” guitarrista.

Seguem com Kings of Leon. E a galera curtindo! Rock cachecol né Aline Ramos, quem não gosta? Daí, passam  para um “momento mais classic rock”, de acordo com as próprias palavras do Gustavo, o guitarrista-dos-cachos-bem-modelados. The Who, MC5, Creedence, T.Rex.

Aqui na linha de frente, dançam meninas e namoradas da banda. Alguns flashs... Cadê a minha câmera? Vontade de tirar foto de cada uma das milhares de expressões que o Alquati faz enquanto toca! Cada batida na batera é uma cara mais engraçada que a outra!

De volta ao indie, mais macacos-árticos e mais dobradinhas! Uma de Franz Ferdinand e outra de... Strokes! Outro arrepio! Lembranças recentes do show deles... O Wii esqueceu a letra de Reptilia e tá cantando no embromation! Tudo bem, a galera ajuda e canta junto, não esquenta! O show tá chegando ao fim, mas ninguém quer que pare... E agora? Vamos fechar com House of Jealous Lovers do Rapture. Maravilha!


No pós show, minha missão é bem-sucedida. “Novo” guitarrista identificado: Ronald Naganuma. Mais um ex-Norman Bates na noite bauruense.

Mas, peraí! Pesquei aqui na memória e lembrei  de uma promessa feita pelos caras naquela primeira vez que estive aqui, lembram? Aqui ó

E aí meus rapazes, onde estão as músicas próprias? O Gustavo nos conta: “A gente tá com três músicas próprias, estamos trabalhando em cima delas”. Então, é pra esperar? Ok, vocês são bons, a gente dá um desconto.



NEM TUDO É HYPE

Texto por Laís Semis

Não, ninguém deixou o Shiva quando as putinhas deixaram o palco. Pelo menos foi o que o espaço (ou a falta dele para perambular) parecia dizer. O cartaz ao fundo do palco indica que estamos presenciando um sábado de Rock Do Bem; esse é o sétimo ano do Festival.

A maré, iluminada apenas pelas formas que saíam das paredes do bar, estava complicada. Ir de um lugar para o outro era praticamente impossível, por isso acabávamos nadando, entre pessoas e líquidos que caíam dos copos a cada braçada.

Agradecimentos ao Aleluia Bitch.

Acho que depois de tantas bandas autorais, esqueci como é uma banda cover. Ainda mais covers de uma única banda. Elas ecoam com mais força e sabem bem as músicas que funcionam - é, elas tem essa vantagem. Essa noite, a banda Generator estava fazendo cover do Foo Fighters.

Algumas bandas tentam mascarar um visual parecido, mas eles não. O Shiva todo de pé, virado em massa para a banda com mãos animadas sob a platéia inquieta.

Depois da sessão hype instalada pelas putinhas da Aleluia, “Best of You” batalhou com “Times Like These” na categoria hino da noite. A casa esquece que a banda é cover e vibra como se os próprios estivessem ali. Mas “Learn to Fly” ainda é a preferida. E lá se vão 7 anos.

Junto com ela, também vem as coreografias mais bizarras. Deixe que as luzes façam sombras estéticas nas paredes. Deixe os elefantes em paz em suas respectivas mesas vazias.

Deixe que o aspecto rústico seja composto por garrafas acumuladas em mesas; aqueles que não tinham mesa, se apoderaram de um pedaço de chão pra chamar de seu por essa noite.

Captação e Edição por Laís Semis

Movimento intenso.
E veio o grito de mais um.
São 3 e tanto da manhã outra noite.

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 4º Dia - Galpão Paulista


O INDIE TAMBÉM É ROCK DO BEM

Fotos por Aline Ramos
Texto por Luana Rodriguez

O cenário era rústico. A causa era nobre. Nas paredes do Galpão Paulista Beer encontravam-se relógios, fotos antigas, muita bebida e o cartaz que indicava o evento: Rock doBem 7. No palco o grupo Bélica, cover dos meninos ingleses do Oasis, se preparavam para a apresentação.


22:45. Começava a noite. E começava com “Hello”. Entre conversas paralelas e olhares atentos as músicas calmas do Oasis tornavam a noite tranquila, evocando recordações e tornando o clima do Galpão aconchegante. A trilha do momento  era  a conhecida “Stand By Me” e em várias mesas era possível observar o clima romântico que a música trazia.

E a noite seguiu.

E seguiram-se músicas como “Little By Little” e “Stop Crying Your Heart Out”, mas foi a tradicional “Wonderwall” que empolgou o público que se arriscava em um coro de “(…)I don't believe that anybody  Feels the way I do About you now (…)”e “(…)Because maybe  You're gonna be the one that saves me  And after all  You're my wonderwall(…)” .

A Bélica já estava há algum tempo no palco, quando vocalista, cheio dos trejeitos que o tornava parecido com o ex-vocalista do Oasis, Liam Gallagher, desceu. Tomou uma breja e deixou seus companheiros comandarem o show por uma ou duas músicas. Se foi proposital ou não, o fato é que o resto da banda se segurou bem, e nem a acústica do ambiente, em alguns momentos bem ruim, estragou a harmonia da banda.


Às 23:55 a banda parou de tocar. Sobre aplausos do público, os músicos desceram do palco prontos pra curtir o resto da noite, provando que o rock Indie é muito do bem. E sim, a noite de sábado no Galpão Paulista Beer estava apenas começando e a Bélica foi só a premissa do que ainda estava por vir.


NOSTALGIA NO GALPÃO
Texto por Jessica Mobílio

Galpão Paulista, Bauru – interior de São Paulo, 03 de dezembro de 2011

Doze CORDAS, o trio.

Caros leitores, a estória desta carta é a saga de mais um sábado bauruense, porém no estilo Rock Do Bem 7. Vamos ao penúltimo dia do Festival. Antes, uma pequena ressalva, observar os rostos que ocupavam o Galpão Paulista foi o ápice, ou talvez quase isso. As garçonetes fizeram um show à parte, mas calma lá, posso descrever o vagão da parte externa, primeiro?

Mas o que aconteceu afinal? Com a saída da Bélica, banda cover do Oasis, não sabia o que esperar do trio que subia ao palco. Instrumentos e bancos posicionados, eles ficarão sentados, é isso mesmo? Sim. Três homens e de repente um vocal surpreendente. Comecem a saga dos clássicos!



E saiu Pearl Jam, Pink Floyd, REM, Creed, Adele, Guns N’ Roses, Cranberries, Michel Jackson, Silverchair, Coldplay, Eagles, Kings of Leon, Bee Gees, Creedence e outros, mas só de pensar neste repertório, imagino que o leitor se lembre de uma palavra, “nostalgia”.

Sabe quando acontece uns momentos destes, “ah, essa música”, “olha aquele cara pirando no refrão de Billie Jean”, “as garçonetes subiram no balcão, filma isso”. E mesmo que o espírito barzinho e violão tentassem calar a noite, as vozes e os refrãos marcados deixavam a premissa de lado. Até mesmo, os funcionários do bar lançaram uns passos cá e lá.

A noite se prolongava, já era meia noite, uma hora da manhã, duas... E alguém viu o tempo? É ele passou por ali. Aquelas oscilações de voz, a qualidade sonora foi realmente de impor respeito, “toca aquela de novo”.

E quando um cover domina a música que toca, é sinal de que funcionou. Muito

Belica Livre + Doze Cordas + Aleluia Bitch + Generator
por Rafael Kage 

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 3º Dia - Jack Pub


CHUTE NA CARA!


Fotos por Bianca Dias
Texto por Charlinho Rancoroso

Como um chute na cara começa a sexta-feira do Rock do Bem no Jack. A primera banda que sobe ao palco é a bauruense D.O.S., e o som é bruto, pesado, violência sonora. A banda, velha conhecida da cena da cidade nunca decepciona quem vai pro rolê a fim de curtir extremidade sonora.

Uma apresentação técnica e impecável faz com que eu sempre me pergunte como uma banda dessas ainda está por Bauru. É banda que conseguiria público em qualquer canto da Terra, ou até em Marte, quem sabe???



A gritaria é infernal, de fazer coçar o ouvido, as guitarras são absurdas, fazem com que qualquer fã do gênero fique hipnotizado pelo que as cordas produzem.
 
Um bicudo sem aviso na sua face programada pra ouvir canções bonitinhas pra ganhar as moçoilas na balada hype.

Depois de algumas semanas sendo praticamente forçado a ouvir toda a cachecolzice do mundo modernê, esse foi meu desafogo para um ano banhado a leite com pera, rap universitário e sanfonas saltitantes.


RÁPIDO, CRU E OLD SCHOOL. PRECISA MAIS QUE ISSO?

 Texto por Jayme Rosica

A segunda banda a entrar no palco da noite independente de sexta-feira no Rock do Bem foi a Fetus Humanóides. Mandando um hardcore bem old school, a banda empolgou o pessoal que sempre prestigia os eventos do gênero em Bauru.

De repente vejo que é uma mina na batera, e, melhor ainda, ela destrói, toca pra caralho!


Com cara de independente a banda desmontra sua personalidade com letras fortes, e que se encaixam perfeitamente à sonoridade do grupo. Vejo a galera pogueando e se divertindo bastante com o som rápido e agressivo que domina o ambiente com grande facilidade.

Um som ligeiramente simples, mas rápido e forte, como toda banda de hardcore que se preze deve ser.


MACACO BONG TALK SHOW

Texto por Bianca Dias 


Macaco Bong?” “É, Macaco Bong.” Nunca é demais assistir pela segunda vez. Vamodámaisuma então.

“Não tem nenhum cantor não...” e nem precisa. A guitarra fala, o baixo fala e a bateria também; conversam entre si o tempo todo, discutem, às vezes gritam, mas sempre se entendem. 

O diálogo é tão harmonioso que quem assiste nem percebe, pensa que é apenas música.

Olhos atentos dos que vêem, alguns nem se mexem, outros se contorcem ou sorriem, balançam os pés. E os instrumentos continuam falando e falando, recebem respostas em forma de palmas e satisfação. Acho que gostam, pois continuam a repetir os sons, códigos de um idioma próprio que às vezes fazem pensar “o que será que eles dizem tanto?”.

O que sei é cada um entende como quer.

E só ouve quem quer. Se achar que é apenas barulho, será só barulho. Mas na verdade são palavras em forma de notas musicais que se confrontam com o silêncio, se desdobram e viram um som denso, adquirem um espaço de tranqüilidade em meio ao caos e... chega.


Melhor não falar mais e apenas ouvir. Melhor deixar que se entendam entre os intervalos do silêncio.

D.O.S + Fetus Humanóides + Macaco Bong + Generator + Aleluia Bitch + Raimundos + The Almighty Devil Dogs + Cavalo Morto 
Por Bianca Dias 

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 3º DIA - Jack Pub

4 de dezembro de 2011
0
Fetus Humanóides + D.O.S + Macaco Bong
Fotos por Rafael Kage
Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 2º DIA - Armazén

Fotos por Ana Beatriz Assam

Acústicos e Calibrados + Backlash + Rock 13


Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 2º Dia - Armazén

PUTA, FUDEU, QUE BANDA VOU COLOCAR?!

Fotos por Rafael Kage
Texto por Aline Ramos


Pegamos o trem das onze, mas não era mpb que iríamos ouvir. Fomos para o Armazén nos abastecer de rock. A Estação que iríamos parar, era a Primeira de Bluseira, mas problemas pessoais fez-nos parar em outra, a Primeira de Calibrados. Perdoem os trocadilhos, me deem um minuto, vou explicar o que aconteceu.

Armazen, 1º de dezembro ou 2º dia do Rock do Bem.

Durante a tarde a organização do evento anunciou “Estação Primeira de Bluseira não tocará hoje à noite, será a banda Acústicos e Calibrados”. Parece exagero dizer, mas há quem tenha desistido de ir para a noite de rock pela mudança da banda. Mas a troca não interferiu no que viria acontecer mais tarde. Fiquem tranquilos, já nos certificamos que estamos sem freio.



























Acústicos e Calibrados, uma banda cover perfeita no estilo barzinho e violão. Aliás, não era isso que estávamos fazendo? Algumas cervejas aqui, um gole ali. Opa, cuidado para não derrubar a garrafa. No palco, não há desordem, não há movimento. A banda é tão sincrônica que chega a irritar. Bateria, baixo e dois violões perfeitamente sincrônicos. Como que eles conseguem isso?

Calma aí, esqueci de contar que a banda é formada pelos organizadores do Rock do Bem. Essa foi a saída mais rápida pro cancelamento. Sai de cena a camiseta do evento e entra a “camisa” da banda? É isso mesmo, eles estavam uniformizados, pareciam até irmãos. Tudo começa pela roupa igual, pelo all star no pé, pela boina e pela barbixa. Eu disse que estava tudo muito sincrônico.

Nada além do esperado. Os convidados especiais já estavam pelas paredes do Armazen. Johnny Cash, The Beatles, Bob Dylan. Alguns meninos novos apareceram por lá, como o Jack Johnson. O espiríto do rock foi aquecido, a noite só estava começando. Mais garotas de tatuagem circulavam pelo bar enquanto os rapazes... Ah! Esses se preocupavam se a cerveja estava gelada.

Ei, vamos pedir uma porção de calabresa?






MIL GRAU

Por Jayme Rosica

E o Armazén Bar recebeu a quinta-feira do Rock do Bem, a segunda banda subiu ao palco, a Backlash.

Com um repertório voltado para o som noventista, a banda mostrou um show muito interessante que fez os fãs do rock da década em questão vibrarem e cantarem a cada música tocada.

Já tinha assistido várias apresentações do quinteto, principalmente por ser camarada de alguns integrantes. A banda já está há um razoável tempo inserida totalmente na cena da cidade. E o que deixa o show mais interessante é que de uns tempos pra cá eles vem inserindo sons próprios no repertório.


Faith no More, Foo Fighters, Alice in Chains, Presidentes of the U.S.A., sonoridade nostálgica, que faz quem curte realmente a musicalidade da época viajar na nostalgia do rock.

A vontade impressa em cada nota é o diferencial da banda, o vocal, Kemp, lançou a frase da noite: “Vocês não sabem o grau que eu estou!” Rá!!! É rock a mil graus de fúria rolando no Arma.

Entrosamento, boa técnica, e diversão a cada música, esses sãoos diferenciais que fazem a banda se destacar no cenário da cidade.


É HORA DE CULTUAR O BOM E VELHO ROCK'N ROLL

Texto por Luís Morais

Já era um pouco mais de 3 horas da manhã e o público começava a ir embora do Armazén Bar. O que não desanimou nem um pouco os caras do Rock 13. Na verdade, só ficou quem realmente curtia o som, com covers de Led Zeppelin, Black Sabbath, Iron Maiden, etc. E se me permita fazer uma espécie de expressão matemática, esse foi o show com o maior número de pessoas gravando no celular pelo tanto que estava lá.

O trio não demorou pra mostrar o rock'n roll em toda sua essência ao começar com a sequência Immigrant Song/Wrathchild/Wicked World. Principalmente na segunda música, as cavalgadas no baixo somado a poderosos solos de guitarra já mostravam o que o Rock 13 é capaz.

Os gritos de “toca Leeed Zeeepelin” foram atendidos também com The Ocean. Outra banda que recebeu um belo tributo foi Deep Purple, ao tocarem “The Gypsy” e “Perfect Strangers”.

E o prazer em fazer o show era explícito no palco. Na bateria então, nem se fala. Cada virada, cada “atacada” nos pratos vinha junto de uma expressão facial feliz e “cantando cada batucada” junto.


E assim o Rock do Bem ia se encerrando nessa noite de quinta, não só ajudando crianças, mas também alegrando quem curte o bom e velho Rock'n Roll.

Acústicos e Calibrados + Backlash + Rock 13 
Por Rafael Kage

Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 1º Dia - SESC

2 de dezembro de 2011
0
UMA NOITE DO BEM
Fotos por Rafael Kage
Texto por Laura Luz

A Abertura do Rock do Bem 7 já deu o norte de todos os outros dias.
Um atraso de mais de uma hora só aumentou a expectativa e a ansiedade desse evento que ínsita os melhores sentimentos humanos nos expectadores. Uma noite de quarta incomum no Sesc! Apesar da música costumeira desse dia, o evento atraiu um público de bauruenses maior que o de costume e os universitários com presença marcada, dessa vez, foram camuflados por um número grande de moradores fixos da cidade.

Midnight Special

O Midnight Special abriu a noite fazendo um belo tributo a banda Creedence, onde todos da banda vestiam a camisa do Rock do Bem literalmente, deixando de lado o estilo marrento do rock.  O chapéu country ornamentava as mais diferentes cabeças da banda, com exceção do baterista que honrou a sua bandana vermelha no palco.

Um cinturão na alça dourada da guitarra incrementada ainda mais o estilo do vocalista, que dizia empolgado entre as músicas “Ainda há esperança para a humanidade” apontando para uma criança na platéia tocando alegremente a sua air guitar ao som fervoroso da banda. Era realmente espantosa a quantidade de crianças loiras com franja no olho empolgadas em frente àquele palco!

Todos estavam muito falantes. O baixista comentou a “vida própria” da bateria, fazendo piada dos problemas técnicos. A impressão inicial seguida do atraso deram lugar a uma platéia cheia e faminta por rock. Os aplausos eram constantes e o momento em que mais se destacaram não foi no hit eterno “Have you ever seen the rain”, mas sim no momento em que o baixista anunciou que a caçamba de doação de brinquedos estava lotada.


Muitas pessoas apareceram, se esbaldaram e o público cativo foi lembrado e citado a todo momento pelos membros da banda. A música “Midnight Special” que inspirou o nome da banda pareceu ser mesmo aquela que a toca e a saideira com “Proud Mary” pôs de vez a galera extasiada.
 
High Voltage

O público chegou mais perto. Um cover de AC/DC não poderia ser menos atraente e visceral. Até um sósia de Angus Young balançava o cabelo comprido, com bermudinha e roupa colegial.
 
Duas guitarras, baixo, bateria e vocal eram assistidos por um time de cabeludos e motoqueiros, além de um público menos óbvio, que atendia obediente aos constantes chamados por palmas e gritos.

Calcanhar direito, calcanhar esquerdo... Nessa sincronia o guitarrista marcava o ritmo de “Whole Lotta Rosie”. A interação era menor que na primeira banda, mas a resposta do público muito maior. 

O auge do show aconteceu quando Emi, de 4 anos, o filho do vocalista subiu no palco no colo do pai e puxou a música “TNT” – “Oi, oi, oi, oi!”. O público vibrou!

O show foi longo o suficiente para satisfazer o público, que em breve seguiria para mais uma etapa do Rock do Bem no Jack Pub.

Midnight Special + High Voltage
Por Rafael Kage 
 
Leia mais...

Rock Do Bem 7 | 1º Dia - Jack

Fotos por Rafael Kage


Lisabi + Bomb the Music Industry

Leia mais...

E-colab no Rock do Bem

16 de novembro de 2011
0

Como unir a música, o natal e as crianças?

Um grupo de amigos teve uma bela ideia e conseguiu fazer essa união dar certo. A ideia foi simples: realizar um evento filantrópico de Rock’n Roll, no qual os fãs do rock deveriam levar ao menos um brinquedo em bom estado para curtirem os shows. A ideia deu tão certo que há sete anos o Festival Rock do Bem alegra o natal de crianças carentes.


Até a edição passada, o Rock do Bem levou ao palco mais de 50 bandas em mais de 70 shows, arrecadando mais de 13.000 brinquedos. Esse ano o festival está mais “recheado” do que nunca. Do dia 30 de novembro ao dia 11 de dezembro pousarão em solo bauruense mais de 20 bandas, entre elas Raimundos e Macaco Bong. Além do Festival contar com uma Noite Independente, sorteio de uma guitarra e também Kits Rock (camisetas, adesivos e CDs).

O E-Colab estará presente como um dos parceiros do Festival Rock do Bem, realizando toda a cobertura do evento.

Confira a programação!

Por Lígia Ferreira
Leia mais...
Próxima Anterior