Mostrando postagens com marcador rock 13. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rock 13. Mostrar todas as postagens

Rock Do Bem 7 | 2º Dia - Armazén

4 de dezembro de 2011
1
PUTA, FUDEU, QUE BANDA VOU COLOCAR?!

Fotos por Rafael Kage
Texto por Aline Ramos


Pegamos o trem das onze, mas não era mpb que iríamos ouvir. Fomos para o Armazén nos abastecer de rock. A Estação que iríamos parar, era a Primeira de Bluseira, mas problemas pessoais fez-nos parar em outra, a Primeira de Calibrados. Perdoem os trocadilhos, me deem um minuto, vou explicar o que aconteceu.

Armazen, 1º de dezembro ou 2º dia do Rock do Bem.

Durante a tarde a organização do evento anunciou “Estação Primeira de Bluseira não tocará hoje à noite, será a banda Acústicos e Calibrados”. Parece exagero dizer, mas há quem tenha desistido de ir para a noite de rock pela mudança da banda. Mas a troca não interferiu no que viria acontecer mais tarde. Fiquem tranquilos, já nos certificamos que estamos sem freio.



























Acústicos e Calibrados, uma banda cover perfeita no estilo barzinho e violão. Aliás, não era isso que estávamos fazendo? Algumas cervejas aqui, um gole ali. Opa, cuidado para não derrubar a garrafa. No palco, não há desordem, não há movimento. A banda é tão sincrônica que chega a irritar. Bateria, baixo e dois violões perfeitamente sincrônicos. Como que eles conseguem isso?

Calma aí, esqueci de contar que a banda é formada pelos organizadores do Rock do Bem. Essa foi a saída mais rápida pro cancelamento. Sai de cena a camiseta do evento e entra a “camisa” da banda? É isso mesmo, eles estavam uniformizados, pareciam até irmãos. Tudo começa pela roupa igual, pelo all star no pé, pela boina e pela barbixa. Eu disse que estava tudo muito sincrônico.

Nada além do esperado. Os convidados especiais já estavam pelas paredes do Armazen. Johnny Cash, The Beatles, Bob Dylan. Alguns meninos novos apareceram por lá, como o Jack Johnson. O espiríto do rock foi aquecido, a noite só estava começando. Mais garotas de tatuagem circulavam pelo bar enquanto os rapazes... Ah! Esses se preocupavam se a cerveja estava gelada.

Ei, vamos pedir uma porção de calabresa?






MIL GRAU

Por Jayme Rosica

E o Armazén Bar recebeu a quinta-feira do Rock do Bem, a segunda banda subiu ao palco, a Backlash.

Com um repertório voltado para o som noventista, a banda mostrou um show muito interessante que fez os fãs do rock da década em questão vibrarem e cantarem a cada música tocada.

Já tinha assistido várias apresentações do quinteto, principalmente por ser camarada de alguns integrantes. A banda já está há um razoável tempo inserida totalmente na cena da cidade. E o que deixa o show mais interessante é que de uns tempos pra cá eles vem inserindo sons próprios no repertório.


Faith no More, Foo Fighters, Alice in Chains, Presidentes of the U.S.A., sonoridade nostálgica, que faz quem curte realmente a musicalidade da época viajar na nostalgia do rock.

A vontade impressa em cada nota é o diferencial da banda, o vocal, Kemp, lançou a frase da noite: “Vocês não sabem o grau que eu estou!” Rá!!! É rock a mil graus de fúria rolando no Arma.

Entrosamento, boa técnica, e diversão a cada música, esses sãoos diferenciais que fazem a banda se destacar no cenário da cidade.


É HORA DE CULTUAR O BOM E VELHO ROCK'N ROLL

Texto por Luís Morais

Já era um pouco mais de 3 horas da manhã e o público começava a ir embora do Armazén Bar. O que não desanimou nem um pouco os caras do Rock 13. Na verdade, só ficou quem realmente curtia o som, com covers de Led Zeppelin, Black Sabbath, Iron Maiden, etc. E se me permita fazer uma espécie de expressão matemática, esse foi o show com o maior número de pessoas gravando no celular pelo tanto que estava lá.

O trio não demorou pra mostrar o rock'n roll em toda sua essência ao começar com a sequência Immigrant Song/Wrathchild/Wicked World. Principalmente na segunda música, as cavalgadas no baixo somado a poderosos solos de guitarra já mostravam o que o Rock 13 é capaz.

Os gritos de “toca Leeed Zeeepelin” foram atendidos também com The Ocean. Outra banda que recebeu um belo tributo foi Deep Purple, ao tocarem “The Gypsy” e “Perfect Strangers”.

E o prazer em fazer o show era explícito no palco. Na bateria então, nem se fala. Cada virada, cada “atacada” nos pratos vinha junto de uma expressão facial feliz e “cantando cada batucada” junto.


E assim o Rock do Bem ia se encerrando nessa noite de quinta, não só ajudando crianças, mas também alegrando quem curte o bom e velho Rock'n Roll.

Acústicos e Calibrados + Backlash + Rock 13 
Por Rafael Kage

Leia mais...
Próxima Anterior