Mostrando postagens com marcador overturn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador overturn. Mostrar todas as postagens

Grito Rock Bauru 2011 - Último Dia

25 de março de 2011
0
Domingo, dia 20/3, o Grito Rock aconteceu no Jack Pub, com entrada gratuita e mais 4 shows, além de performances da Embaixada de Marte. Acompanhe.





captação: Carolina Simonassi, Flávia Battistuzzo e João Guilherme Perussi
edição: Diogo Azuma
repórter: Guilherme Oliveira da Silva
Leia mais...

Erguei as Mãos

20 de março de 2011
0
Texto por Olavo Barros
Foto de Diogo Zambello

O show da banda Overturn termina em ritmo frenético. O palco bombou! Dois vocais, dois guitarras, baixo e batera - uma formação não tão comum para uma banda de influências do hard e do metalcore.
Os vocais parecem buscar o equilíbrio o tempo todo: a suavidade da voz de Bel Balderramas, casa muito bem com os berros e a porradaria de Gah Góes, outro vocal que levantou a galera. "To quase morrendo aqui!" afirmou o vocal ao saudar os aplausos. Para completar, o guita Guii Texas também manda uns vocais, interferindo sempre que necessário pra amarrar a cantoria. Fizeram diferente e mandaram bem!
E não é pra menos: quase no final do show, Bel manda: "Estamos fazendo a coisa que a gente mais gosta. [...] Estamos aqui pra dizer que louvar a Deus é muito louco!"
Amém e Aleluia! Que todo esse louvor e energia levantem sempre o pessoal como hoje.
Leia mais...

Conheça as bandas do domingo - Grito Rock

19 de março de 2011
0
19h - Overturn - Bauru / SP





20h - Lisabi - Campinas / SP




21h - Lanivus - Londrina / PR





22h - DOS - Bauru / SP

Myspace: http://www.myspace.com/dosdawnofsuffering
Leia mais...

Fotos Seletiva Grito Rock 2011!

1 de março de 2011
0
Bandas Supersônica, Overturn e Londres no último dia 25 pela Seletiva Grito Rock 2011 no Jack Music Pub!














Fotos por Amandla Rocha


Leia mais...

O grito começou: primeira parte

26 de fevereiro de 2011
0
A chuva chegou atrasada e esperou para cair somente depois da primeira banda subir ao palco. Para alguns era um reles concurso de bandas em que a garrafa de cerveja e os flertes valem mais que o som. Para outros (principalmente os fãs das bandas participantes) era o primeiro passo daquela banda que você é amigo chegar mais longe, ser conhecida, famosa. Foi nessa vibração que as Seletivas do Grito Rock Bauru começaram.

Overturn
A discotecagem se prolongou por mais alguns minutos e a apreensão dos fãs já era evidente quando as últimas afinações foram deixadas nos conformes. Enfim, a primeira banda a subir ao palco foi a Overturn. Começou com um chiado, mas depois de uns quinze segundos de preocupação para os fãs, o problema foi resolvido. Barulho pesado combinando com melodias que eram conduzidas por dois vocalistas, uma garota na cantoria um tanto delicada e um cara seguia com gritos quase guturais.

“Teve uma menina na plateia que, do nada, apagou o cigarro e começou a gritar mesmo antes da banda tocar, que louca”, dizia uma espectadora que não desperdiça nicotina.

“Olha a idade dos caras, devem ter quinze anos. Se eu tocasse assim nessa idade, estaria feliz. Ah, e o baterista é um polvo”, um cara animado com o som e nostálgico.

Era um bom começo. O festival estava apenas começando. E no final, algo os esperaria. (...suspense).

Londres
“Som cover, não sabia que podia. Pô, mas é legal”, o autor desse texto disse isso.

A banda Londres abusou dos covers. Foram apenas duas músicas autorais. No entanto, foi a banda que fez mais os pés da galera baterem no chão. Totalmente indies, Londres soltou “clássicos cool” de festas de república: Take me out, Juicebox, Cigarrete Smoke.
   
A música própria que chamou mais a atenção foi uma que contava a história de um cara que roubou o uísque do pai. É, fiquemos com os covers.

Sociopata
As camisetas flaneladas deram lugar às pretas quando Sociopata se apresentou. Foram uma banda que agradou os não-fãs, aqueles que estavam ali apenas por estar ali. O som mais pesado da noite. O que antes só se via bater pé com um som dançante, agora se viam cabeças cabeludas indo para cima e para baixo.

Conrado Martins, baterista da Banda Rélpis e uma figuraça, escolheu a Sociopata com a banda favorita da noite, mas sem muito aprofundamento [risos].

“Gostei dessa última aí. Tem um som legal”. Após minha insistência na pergunta, ele responde:
“Ah é bem legal, sei lá. Tipo... sabe... é legal.”

É, legal mesmo.

Supersônica
Não eram nem duas e meia da manhã e o Mijão, gestor do Enxame Coletivo, já dizia que o show ia acabar cedo. Foi justamente neste momento que a Supersônica mostrou seu som. Banda mais conhecida da noite e carta marcada nos shows de Bauru, a Supersônica conseguiu o que as outras bandas não conseguiram. São pesados, mas pops. Os riffs eram pesados, mas contagiantes. Foi boa para os ouvidos da grande maioria, mesmo quando ninguém conhecia a música.

“Essa música se chama Isabela e ninguém vai saber se errar por que ninguém conhece”, disse o vocalista do grupo.

Ninguém conhece, mas é boa. Ao final do show, todos sabiam que a supersônica teria seu lugar no Grito Rock.

No fim, passaram para o Festival Grito Rock as bandas Supersônica e Overturn. Alegrias das bandas à parte, a cena que mais destoou no Jack Bar ontem, foi de Marisa de Borges, mãe do vocalista da Overturn, o Gah Góes. No meio do tumulto da saída do bar, uma cara cansada e não acostumada a madrugadas em claro se sobressaia. Os membros da banda já mandavam mensagens de agradecimento no celular quando Marisa, sentada à mesa, os esperava para ir embora e descansar, com um alívio no rosto.

De alguma forma, foi o que vi no rosto dos Enxames ao final de tudo. Cansados e confiantes. E claro, sabendo que hoje teria mais.

Renan Simão

Leia mais...
Próxima Anterior