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Entrevista: Jennifer Lo Fi

18 de outubro de 2010
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Último show da primeira noite da festa integrada a SEDA - Pacotinhos de Seda - Jennifer Lo Fi, confira como foi o show e o papo com a banda.


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Último dia do SEDA no Automóvel Clube

6 de outubro de 2010
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Música no SEDA!

4 de outubro de 2010
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Outro dia de alegria.


A banda “Graveola e o Lixo Polifônico” veio de Belo Horizonte-MG, para mostrar seu som cheio de Po-ro-pó-pó aqui em Bauru.

O grupo não estava completo, pois três integrantes não puderam vir. Fato que não influenciou muito, pois os quatro músicos que vieram botaram fogo no palco do “Jack Pub” para uma platéia que, aos poucos, começava a se esquentar.
Violão e pandeiro, contra-baixo e panela, guitarra e algum brinquedo...Eram inúmeras as brincadeiras que se ouvia...
Como, quando a genial Flora Lopes tocava e brincava com seus instrumentos, vindos de outro contexto para compor esse lixo polifônico...
Esse lixo polifônico, que é um lixo cheio de materiais reciclados, muitos provenientes do universo Pop e reaproveitados de forma consciente (ou insana).

Samba, ironia
Cho-ro-ró,
Mambo, psicodelia.
Improviso, tra-lá-lá.

Recentemente, eles lançaram um EP (7”) em vinil, com as faixas “Benzinho”, “Insensatez” e “As Aventuras de Dioni Lixus (quarto 417)”. Esse disco, e outros materiais estão disponíveis para download no site da banda ( HYPERLINK "http://www.graveola.com.br" www.graveola.com.br).
Luiz Gabriel, José Luiz, Marcelo, João Paulo, Bruno, Yuri, Rafa, Bozo, Luiza e Bernard são os outros músicos que compõem a banda.

Punk rock e...
“Pára, continua. Pára, pára, continua...”

A platéia gritou “continua!”.
Infelizmente, eles pararam, mas a festa continuou...

Era a vez do “Norman Bates e os Corações Alados” subir ao palco.

Já familiarizado com o ambiente bauruense, Luis Paulo Domingues cantou mais uma vez suas viagens poéticas e inconseqüentes, acompanhado pelo som pesado e distorcido que vinha das guitarras de Bruno Bolsoni, do baixo de Fernando Papassoni, do piano elétrico de Dinho Papassoni e da bateria de Thiaguera.
Os delírios da banda bauruense foram acompanhados de forma calorosa pela platéia que cantou junto algumas das letras já conhecidas de longa data.
Em 2007, a banda, lançou seu disco de estréia intitulado “O Rock ´n roll destruiu minha vida” (disponível gratuitamente no site tramavirtual.uol.com.br/Norman). Disco, este, que é recheado de músicas intimistas, delirantes, viciantes...

A última a se apresentar foi o “Jennifer Lo-Fi”.

Bastante distorção e viradas poderosas foram as marcas deixadas no ar quando o Jennifer abandonou o palco e fechou a noite. Suas passagens melódicas e suaves flertavam muito bem com a agressividade e a força com que a bateria se impunha.
O banda é da cidade de São Paulo e vem se destacando dentro do cenário independente, sobretudo, na internet. Essa ferramenta é bem explorada pela grupo, que chegou até a realizar web-shows e costuma disponibilizar bastante material gratuito para download (myspace.com/jenniferlofi). Os próprios integrantes se conheceram através da rede.
O “Jennifer Lo-Fi é um projeto do produtor Manoel Brasil que foi responsável pela reunião dos músicos que são: Caio Freitas (guitarra), Luccas Villela (bateria), Sabine Holler (vocal), Gustavo Santos (baixo) e Filipe 'Miu' (guitarra e sintetizadores).

Era fim de noite. Nas paredes do Jack Pub, Bob Marley ainda fumava um e Frank Zappa ainda evacuava... O público começou a ir embora e, enquanto isso, os PCs da central de edição do Enxame Coletivo trabalhavam em ritmo acelerado e a cobertura colaborativa acontecia...


Por Bruno Ferrari.
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Pacotinho de Seda: Norman Bates & os Corações Alados

3 de outubro de 2010
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Veja como foi o show no primeiro dia do Pacotinho de Seda e conheça mais um pouco a banda:
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Mostra: Resultado Oficina FENDA e Curtas inscritos na SEDA

2 de outubro de 2010
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Cerca de 40 pessoas se digiram ao Automóvel Clube de Bauru na tarde chuvosa de sábado para assistir à mostra de curtas que encerra a Semana (mas ainda tem a Pacotinho de Seda hoje no Alecrim!).

Dois curtas do acervo do cineclube Aldire Pereira Guedes abriram a mostra. O primeiro foi Os músicos, produzido em 2006 pos alunos de Rádio TV da UNESP. O segundo foi Por um punhado de golpes, produzido pela Dragon Guts e pela Animal Borges de Pirajuí.

Em seguida, foram passados os curtas inscritos na SEDA pela internet. Da comédia ao experimental, os estilos foram diversos e agradaram ao público.

Para encerrar, foi exibida parte do resultado das oficinas que aconteceram durante a semana, a de interpretação e a de croma-key. O trabalho não pôde ser concluído a tempo da mostra por causa das tempestades que cairam durante a semana na cidade e  prejudicaram o processo de edição. Entre as cenas exibidas estiveram adaptações de Querô e Engraçadinha.

Infelizmente, o filme em produção O Azarado, da Los Panguao de Agudos não pode pode ser exibido por problemas técnicos. No entanto, um dos representantes da enxame coletivo, Gabriel Ruiz, prometeu que organizará uma exibição quando o filme estiver terminado.

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Pacotinhos de Seda: Graveola e o Lixo Polifônico

Confira como foi o show da banda Graveola no primeiro dia do Pacotinho de Seda:
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Graveola, Norman Bates e Jennifer Lo-fi na SEDA

Por Renan Simão, repórter Jornal Jr.

Nas paredes, quadros memoráveis na História do rock: Elvis, Frank Zappa, Stones, Bob Dylan. Essa atmosfera inspiradora do Jack Music Bar dava o ritmo do que seria a noite de sexta-feira do “Pacotinho de SEDA”. As bandas que se apresentaram foram Norman Bates e os Corações Alados, Jennifer Lo-Fi e Graveola e o Lixo-Polifônico. Esses últimos eram os mais esperados e se apresentaram primeiro. Diante de um público que notadamente preferia o rock (a bateria bem marcada e riffs sonantes) o Graveola levou um ritmo mais suingado com lindas melodias e letras que dá vontade de cantarolar junto.

Graveola

“Coisa fina”, disse um quando começou o show. Refinado, talvez esse seja um modo de identificar o som do Graveola. Vozes ajudam viajar nas letras e os já muito falados barulhinhos que se consegue perceber nas canções. Batuques em fôrma de bolo, sons de brinquedo de criança e assovios imitando passarinhos são algumas das experimentações. “De um tempo pra cá, nosso som não é tão experimental assim, aliás, é convencional. As maiores viagens são apenas com a percussão.”, comenta Yuri, baterista. A canção ainda é o principal para os mineiros de BH. Como pode se perceber em “Rua A”, “Suprasonho” e “Coquetismo”, esse último o hit da banda do disco Um e Meio (2010). 

Norman Bates

Se os mineiros do Graveola trouxeram a melodia refinada, logo depois os bauruenses do Norman Bates mostraram a poesia e o rock ‘n roll. Carregado de melancolia e piração, o vocalista Luiz Paulo Domingues encarna o homem pós-moderno nas letras. Seus medos, vontades e amores expostos no palco com notada grandiloqüência. (Saca o Morrissey?). O som acompanha a angústia das letras: solos de guitarra e teclado dão o tom de classe dentro dessa atmosfera de confusão existencial. Destaque para “Vício” e “Para quem entende de publicidade” (no MySpace). 

Jennifer Lo-Fi

Jennifer Lo-Fi foi a banda que encerrou o Pacotinho de SEDA da sexta-feira. O grupo paulistano que é conhecido por seus webshows semanais e a relação com a Internet, combina um lirismo das letras cantadas em inglês com a força das guitarras e da bateria. A voz de Sabine Holler (vocalista) flerta entre a delicadeza e a agressividade, que ganham força com e elevação dos riffs de guitarra. Confira “Escafandro” no MySpace da banda.



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Jack Pub


Começa hoje os shows do pacotinho seda. O primeiro espaço onde ocorre essa festa é no Jack Pub, na Duque de Caxias. E amanha os shows acontecerao no Alecrim.
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Cinema Marginal na SEDA

1 de outubro de 2010
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Giovani Vieira, repórter da Agência Júnior de Comunicação.
O cinema brasileiro sempre teve "ares" diferentes. Entre os anos 60 e 70, os anos de chumbo do país, a linguagem cinematográfica brasileira entrou em uma fase de radicalização. Surgia assim o Cinema Marginal, uma produção que buscou romper com as imagens tradicionais e trazer o grotesco, o erotismo e o pornográfico como novos elementos artísticos.
O Cinema marginal Brasileiro também ficou conhecido como Boca De Lixo ou Underground e tinha a liberdade de seus criadores como uma marca essencial. Foi com essa inspiração que a SEDA iniciou a noite de sexta-feira com a mostra do filme "Mulher de todos" (1969).
Dirigido pelo cineasta Rogério Sganzerla, o longa pertence ao gênero da comédia e faz uma homenagem às antigas chanchadas e os pastelões. O enredo narra a história de uma mulher ninfomaníaca de nome Ângela Carne e Osso. A libertina moça rompe com seu caso e resolve passar uma temporada em uma ilha exótica, a Ilha dos Prazeres. No local, a moça acba conhecendo mais rapazes, mas acaba sob suspeita do próprio marido que coloca um detetive particular para comprovar a infedelidade da esposa.
Ângela Carne e Osso quebra o esteriótipo de mulher submissa e é capaz de fazer dos homens gato e sapato, um objeto de diversão. Talvez o filme tenha causado muito impacto na época de seu lançamento, mas no nosso tempo Ângela se tornou mais uma entre muitas mulheres com essas características. Ângela é a mulher do século XXI, é ultra-perigosa, inimiga dos homens e vampira histérica em busca de carne fresca para atraiçoar.
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A junção das oficinas e a gravação das cenas

30 de setembro de 2010
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Desde segunda, no espaço onde se localiza a @FendaFilmes, estão acontecendo as oficinas formativas de audiovisual, de interpretação e filmagem em croma key. Ontem, quarta, as oficinas se mesclaram no início da noite, extrapolando as 6 horas da tarde.

Hoje, o quarto dia, a principal característica foi justamente a sua convergência. O dia todo foi marcado pela interação entre as equipes e, principalmente, pela gravação das cenas que serão exibidas - em pequenos curtas - sábado às 16h, no Automóvel Clube junto com os filmes inscritos na SEDA.


Boa parte da manhã nos contemplou com chuva firme, alaridando o teto da @FendaFilmes, com períodos de fortes pancadas (lembrete mental: isso não é previsão do tempo) e pingos amenos. A manhã inteira presenciou a gravação de apenas uma cena, "Engraçadinha", fator que deixou a Bruna Moscatelli (dir. de atores) preocupada. "Pelo jeito vamos até as 8, 9 horas...". Contudo, depois do almoço coletivo, ou melhor, de marmitas coletivas, a tarde fluiu, com a gravação de outras quatro estórias.

pra ganhar tempo, almoçamos marmitas deliciosas no próprio ambiente de gravação; tivemos por volta de 1h de intervalo pra almoço

O que me surpreendeu e também a Bruna foi a evolução dos atores em apenas três dias de oficina. Já estamos juntos há mais de nove (!) horas, mas ainda resta captar o último micro-conto...


Hoje de noite o Bruno (direção) já começa a se dedicar às cenas na "sala azul" - cômodo da Fenda destinado a edição dos vídeos. A noite, a madrugada, portanto, é uma criança, cheia de imagens verdes. Amanhã - quinto e último dia das oficinas - o trabalho permanece, com o Bruno na edição e "o Felipe vai mostrar como tirar o croma e trabalhar com a ferramenta", explicou o Bruno depois de um cigarrete.

Novamente, estaremos aqui pra conferir.


Confira todas as fotos no álbum virtual!
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Segundo dia de mostras na SEDA

29 de setembro de 2010
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Além do longa Meteorango Kid, vários outros curta-metragens do acervo Cineclube Aldire Pereira Guedes. Vinícius, do @enxamecoletivo, fala um pouco à respeito:

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Herói intergaláctico no mundo real

28 de setembro de 2010
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Filme destaca a desilusão da juventude durante o regime militar





Por Lydia Rodrigues, repórter Jornal Júnior


Nesta terça, dia 28, o projeto audiovisual SEDA expôs o mundo perturbante de um jovem durante a ditadura militar, com o longa Meteorango Kid- Um Herói Intergaláctico. O filme data de 1969, período de intensa repressão no Brasil.

O início do longa metragem apresenta o protagonista Lula vestido de Jesus Cristo , encenando um martírio numa cruz de gesso. Em seguida, é exibida uma mensagem do diretor, André Luiz de Oliveira, que reflete a postura desiludida do personagem: “Aliás... este filme é dedicado ao meu cabelo”. Ao dizer tal coisa, o diretor parece querer reforçar a atmosfera de descrença na sociedade, banalizando a própria produção. Desse modo, André Luiz, transmite a sensação de que não há público capaz de compreender o filme.

Pode-se até fazer uma associação entre esta fala e o áudio de Caetano Veloso no fundo de determinada cena. Nele, o tropicalista brada contra a multidão de jovens no período ditatorial: “Vocês não estão entendendo nada!" A incompreensão é um dos temas retratado em Meteorango Kid, prevalecendo um clima de ironia e delírio característico do filme.

O trabalho que integra o acervo Cineclube Aldire Pereira Guedes possui trilha sonora diferenciada. Composta por músicas de Caetano Veloso mescladas com ruídos indecifráveis e transmissões radiofônicas, expressa o conflito que existe tanto no mundo externo, como no interior do personagem. Por meio de sons inusitados e imagens em preto e branco, viajamos durante 82 minutos entre as galáxias dos sentimentos e aflições humanos.

Maíra Ferraz, estudante de Radio-TV que estava presente durante a mostra, diz ter gostado do filme e não ter visto outros parecidos sobre o contexto da ditadura militar, considerando-o diferente dos padrões tradicionais.

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1º dia da Oficina de Filmagem em Croma-Key

Além da oficina de direção de atores, o primeiro dia da SEDA contou com a oficina de filmagem em croma-key. Veja como foi.


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Mostra Audiovisual - RIP! A Remix Manifesto

Ontem aconteceu a primeira Mostra Audiovisual da SEDA. O filme apresentado foi "RIP! A Remix Manifesto". Saiba mais aqui:

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Início da oficina de atores na #SEDA

Ontem, no primeiro dia de atividades da 1ª Semana do Audiovisual em Bauru, aconteceu a etapa I da oficina de direção de atores, com Bruna Moscatelli da @FendaFilmes. Confira como foi:

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Nada se cria, tudo se transforma

Documentário fala sobre os direitos autorais no século da internet

Por Regiane Folter, repórter Jornal Júnior

A SEDA trouxe sua primeira mostra ontem, dia 27, com o documentário RIP! A Remix Manifesto, dirigido pelo cyberativista Brett Gaylor. O filme trata da polêmica dos direitos autorais em relação ao compartilhamento de arquivos pela internet e à remixagem de materiais pré-existentes.

Durante os 86 minutos de exibição, o filme exemplifica o dilema com fatos do dia-a-dia (afinal, quem nunca baixou uma música pela internet?) e com depoimentos de pessoas ligadas ao assunto, como o produtor Gregg Willis, conhecido como "Girl Talk" por suas remixagens musicais, e o cantor e na época Ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, entre outros.

Seria a reprodução de músicas de outros artistas um crime? A colagem de músicas e imagens, para criar algo totalmente novo, poderia ser considerada ilegal? Gaylor explora essas perguntas, argumentando que os direitos autorais perderam há muito o caráter de incentivo à criação, e agora servem como mecanismo de geração de lucro às grandes gravadoras.

Segundo ele, a internet seria o "campo de batalha" entre os detentores dos direitos autorais e as pessoas que, através da rede, adquirem materiais considerados ilegais (músicas, filmes, etc) e os transformam. Gaylor acredita que a ligação proporcionada pela internet permite que todos sejam criadores e tenham o direito de criar, recriar, mixar e compartilhar a cultura que, afinal, pertence a toda a sociedade.

A influência do passado em qualquer criação do presente é sempre reafirmada durante o documentário. Nada é totalmente novo, tudo tem influências diretas ou indiretas de criações passadas. Wall Disney teria sido um grande "remixador", pois suas produções foram criadas a partir de peças já existentes e que foram remodeladas e atualizadas. "Não há criação isolada.", afirmou Gilberto Gil, durante seu depoimento a Gaylor.

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Primeiro dia da Oficina de Croma-Key

27 de setembro de 2010
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As primeiras horas de atividades da SEDA aconteceram na @FendaFilmes, lá pertinho do estádio do Noroeste. Em ótimo clima, oficineiros e interessados começaram a produção. Da oficina, resultarão várias cenas que serão exibidas no Automóvel Clube no sábado (02/10), a partir das 16h.

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1ª Semana de Audiovisual - SEDA - começa hoje

projeto nacional se instala em Bauru trazendo mostras, oficinas, mesas de debate e outras atividades integradas; Semana visa ao desenvolvimento do setor local





À partir de segunda-feira (27) Bauru terá intensa movimentação no setor audiovisual com a realização da 1ª Semana do Audiovisual - SEDA – Bauru. A programação da Semana se extende até sábado (02/10), trazendo seis mostras, oficinas, mesas de debates e shows.

A SEDA é um projeto nacional de incentivo à formação, produção, circulação e distribuição do audiovisual independente, integrado ao Circuito Fora do Eixo. Criado e idealizado em Cuiabá – epicentro de origem da rede Fora do Eixo – em 2010, o projeto se expande para seis cidades: São Carlos (SP), Santa Maria (RS), Macapá (AP), Recife (PE), Uberlândia (MG) e Bauru.
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