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SEDA 2013: Oficina de edição de Audiovisual – Construindo Guerrilha com Software Livre

11 de junho de 2013
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Fotos por Casa Fora do Eixo Bauru e Amanda Costa
Texto por Amanda Costa



Na última quinta-feira (6), ocorreu mais uma atividade proporcionada pela quarta edição do evento SEDA (Semana de Audiovisual).

Durante 3 horas, foi ministrado o segundo módulo da Oficina de Edição – Audiovisual: Construindo Guerrilha com Software Livre.

A oficina ocorreu na Casa Fora do Eixo Bauru. Participaram em torno de 15 pessoas e o responsável por passar as dicas foi Felipe Garcia, do Coletivo Moinho.


A proposta do encontro é proporcionar o contato mais próximo e familiarizar os participantes com as ferramentas de edição de vídeos. A partir das dicas apreendidas, quem participou ajudará na estruturação de vídeos para a cobertura e divulgação do evento.

Durante a Oficina, Felipe Garcia apresentou o software KDEnlive utilizado para edição e montagem de curtas. O programa é simples, gratuito e pode ser facilmente utilizado.

Ele expôs durante o encontro um dos pontos mais importantes no processo de edição: o ‘improviso”. Tudo é “programado” durante o próprio processo de edição. O que torna o trabalho bacana é saber trabalhar em cima de algo simples, já que o filme finalizado é desenvolvido a partir da junção e montagem de partes que, inicialmente, não têm ligação entre si.


Em um ambiente dinâmico e descontraído, os presentes participaram da montagem de um vídeo, em que cada um ficou responsável pela estruturação de um pequeno corte.




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Contação além da praça

7 de junho de 2013
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Texto e fotos por Higor Boconcelo


      Continuando as atividades da ocupação cultural na praça Rui Barbosa, que ocorreu na última quarta-feira (05/06),  dentro da programação da SEDA 2013, foi apresentado o  espetáculo Uma História de Quem Fomos e Somos, da Cia. Mondó Comunicação Teatral.

    Pouco antes de anoitecer, as Brunas Machado e Moscatelli já haviam armado todo o cenário de sua peça. Objetos típicos da cultura indígena e apitos que imitavam assovios de passarinhos foram colocados em torno de um círculo, onde as duas artistas, já caracterizadas, tomaram seus lugares quando o sol já se punha.

   Acomodados em pufes, almofadas e tapetes, ou até mesmo a vontade no chão da praça, o pequeno público presente tem sua atenção captada pela história de duas garotas que, em seus sonhos (ou não), visitam e entram em contato com a cultura indígena, seus mitos e costumes.

   Entrando na temática do Dia Mundial do Meio Ambiente, a peça emocionou os presentes por tratar de amor e respeito à natureza, por inspirar uma paixão há muito esquecida – pela maioria. Ignorando o nervosismo de atuar em uma praça pública – e movimentada –  as Brunas encantaram as crianças presentes.

  A peça se encerra cantando ao público milhares de nomes de tribos indígenas, passando uma mensagem importante, mas de fácil entendimento. Mensagem que não é lembrada no dia-a-dia pela maioria, mas graças as artistas, com uma agenda cheia de apresentações em diversas escolas, irá marcar muitas crianças além daquelas que deram sorte ao passar com a mãe pela praça Rui Barbosa, em um fim de tarde qualquer. 
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SEDA "Ocupraça": a Rui Barbosa como palco

6 de junho de 2013
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Fotos por Higor Boconcelo
Texto por Pâmela Pinheiro Antunes e Higor Boconcelo


     Desde a última segunda-feira (03/06), foi dada largada à SEDA – Semana do Audiovisual de 2013. O evento, atualmente em sua quarta edição, é uma realização da equipe da Casa Fora do Eixo Bauru e seus colaboradores.

     Dentro da programação estava marcada a Ocupação Cultural na ilustre Praça Rui Barbosa, o ponto final do Calçadão da Batista (mesmo que por muitos considerados início, questão de perspectiva), coração do centro urbano de Bauru.  

    Tal apossamento cultural do local deu-se através de oficinas, exposições, teatro e música, concebendo um evento de oito horas de duração, tendo seu início marcado para às 14h. Depois de muita correria e esforço conjunto para ajeitar o ambiente público e afastar as pombas, a ocupação foi tomando sua forma.
 

     Na arte da customização, Marina Brito e os outros colaboradores da organização ofereceram a oficina de Stencil. Com a camiseta em mãos, o que restava ao público era escolher entre o logo da SEDA e criar uma estampa própria, feito isso, só se ajeitar e começar a pintar a peça.

    Mesmo que desconhecido da maioria dos transeuntes e presentes no evento, o fato da quarta-feira ser também o Dia Mundial do Meio Ambiente mereceu atenção na ocupação. Surpreendendo aos seus ouvintes, Marina os convidou, num bate-papo sobre consciência sustentável, a fecharem seus olhos e a imaginar o lugar onde queriam viver, que desejavam em seus sonhos ou consideravam ideal.

   Nenhuma resposta excluiu um ambiente natural em sua composição – onde a praia habita quase que a totalidade dos pensamentos ali expostos. A partir dessa reflexão, Marina contou sua própria experiência. Morou na Argentina, na região da Patagônia, “no meio do mato, sem energia elétrica nem nada”. Na tentativa de inspirar os ouvintes a uma consciência ativa nas questões ambientais, o convidado Lucas Ezias acalorou a conversa provocando reflexões políticas sobre a sociedade e o sistema atual.

     Em outra ponta, após o papo reflexivo, Luana Casagrande, colaboradora da Rede Fora do Eixo, ensinou a transformar caixinhas de leite longa-vida em carteiras de mão.  As atividades de reciclagem contaram também com as lições de um visitante surpresa. Emerson estava passando pela praça quando parou e ensinou aos colaboradores como transformar garrafas pet em carrinhos de brinquedo, somando à essência da ocupação o seu conhecimento.


     Da quantidade de pessoas que atravessam a Rui Barbosa, na correria ou não, o número de envolvidos pela celebração cultural acaba não importando. O que importa é que, de fato, houveram envolvidos. As vozes dos integrantes da Casa Fora do Eixo Bauru, amplificada pelo microfone, convidaram durante toda a tarde a população que ali transitava a sentar, ler uma revista, apreciar a apresentação poética da Frente Feminina de Hip-Hop de Bauru, a ocupar o espaço público de fato.

      Ao anoitecer, outras atrações vinham sendo anunciadas, dando continuidade ao evento. Com o fim do horário comercial, a única coisa que se encerrou junto com ele naquela praça será esse texto.

Dê uma olhada na cobertura fotográfica! Clique aqui.
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