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HOUSTON... WE HAVE A... SHOW... A GREAT SHOW...

9 de maio de 2012
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Texto e fotos por Jayme Rosica



1...,2...,3... o lançamento da espaço-nave foi realizado com sucesso. 



Apertem seus cintos, sem piloto, sem destino certo. Ela sobe, sobe, até alcançar alturas inimagináveis para um simples dia de domingo. As emoções são fortes, muito fortes...


A viagem começa pela The Almighty Devildogs. Com um show conciso, direto e que agrada demais. A banda, que já tem seu espaço conquistado no cenário da região, manda seus sons com extrema competência.

A sonoridade é própria... é individual..., faz com que os pés e as cabeças se movam involuntariamente, contagia com grande fluidez. Ao fundo, os atronautas observam seus aprendizes e com absoluta certeza devem ter sentido orgulho de ver em Bauru, discípulos tão aplicados.

Alguns anos-luz em frente, entra em cena a Dead Rocks. Os são-carlenses já são uma banda mais que consolidada no underground do interior. Já veteranos no estilo, impressionam pelo entrosamento impecável, tanto na música quanto na perfomance quase teatral em palco, mostram que não são apenas um trio de ternos rubros.

Um power-trio do caralho, desossam na apresentação, já não precisam de muita descrição, quem já viu algum show da banda com certeza tem a noção do que deve ter acontecido no Jack...

Ao final... o pouso..., descem nas terras baurulinas Man or Astroman?, uma das maiores referências no underground noventista...

Aparecem travestidos em suas roupas peculiares, e levam o bar ao chão. Hipnótico, surreal... ver uma banda desse porte na cidade onde você nasceu é foda... é fora de seu controle... é algo que transcende qualquer sonho de “adolescente garageiro”.



A banda interage com o público, sabem o que representam, e muito diferente de várias bandas nacionais, e até da região, demonstram uma simplicidade inexplicável, elogiam a banda bauruense que tocou anteriormente,... (é acho que teve gente que não dormiu de domingo pra segunda). 

O instrumental é forte, é preciso, é um tapa de mão cheia na cara, é sensacional!!!

Nos dizem que preferiam esse show do que tocar na Virada Cultural na capital. Dizem que a proximidade do público com a banda é o que os agrada mais. Só se esquecem de que quem deve agradecer não são eles, e sim nós. Foi o melhor presente já dado a nossa cidade. Uma aula de como se faz música de qualidade, de como se respeita um público, e de como se transforma meros domingos em eventos marcantes para toda vida.

Não temo ter sido redundante, afinal foda-se, minha idéia era babar ovo mesmo. Pois esses sim merecem! Merecem demais!

Man or Astroman? essas pessoas jamais se esquecerão do que viram...




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Rock Do Bem 7 | 5º Dia - Vitória Régia

7 de dezembro de 2011
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DOMINGO DE ROCK, BEBÊ! 

Fotos por Bianca Dias
Texto por Lígia Ferreira 

O quinto e último dia do Festival Rock do Bem chegou. E não poderia ter sido melhor. Dominguera, sol, dia lindo, Vitória Régia e claro, o ingrediente principal: Rock.

Quando cheguei o parque já estava bem recheado de expectadores – personagens. Era cada tipo que se encontrava; dariam bons personagens de ficção. Mas todos ali com o mesmo objetivo e vontade: escutar muito rock’n roll. E foi o que o Festival proporcionou.

The Almighty Devildogs, já bem conhecida do público bauruense, foi a primeira a se apresentar. O público que foi buscar muito “bate cabeça” não se animou tanto, talvez pelo fato do som ser instrumental. E convenhamos, sabemos que música instrumental não é tão pop assim; infelizmente. Parece que a galera rock’n roll queria mais, muito mais.

O quarteto fez uma apresentação que não decepcionou. Ficou ali, naquele show esperado de sempre. Minto, os garotos fizeram uma ótima escolha em chamar o Leozinho da banda Supersônica pra cantar uma música com eles. Foi o ápice do show. 

Foi o momento que percebi as pessoas de levantando pra dançar. Dançar? Sim, no rock também dá.


E Leozinho veio pra chamar e berrar o que aquele dia foi: É rock , porra! A noite caía e por ela ainda muitas cabeças iriam bater, “ah, se ia...”

DIA DE TIRAR AQUELA CAMISETA DE BANDA DO ARMÁRIO 

Texto por Renata Coelho

Não sei se isso é coisa minha, mas quando vou a eventos em praças públicas, não consigo desviar minha atenção do público. É muito bonito ver como pessoas de diferentes tribos, classes e idades podem curtir um mesmo ambiente, o mesmo som, a mesma vibe...

Como aquele catador de latinhas, que compareceu trajando uma camiseta do Sepultura e tocando a todo o momento sua guitarra imaginária... E também todas aquelas crianças presentes, na companhia de seus pais rockeiros, e que são e serão, AINDA BEM, futuros admiradores do Rock!

Esse era o clima que pairava naquela tarde e começo de noite. A apresentação da banda Cavalo Morto começou logo após a da banda Almighty Devildogs. 

Com 18 anos de carreira, Cavalo Morto já atingiu certa maturidade e tem um público fixo em Bauru. A galera compareceu em peso, e as rodinhas de bate cabeça estavam a todo vapor nas proximidades do palco.

Trabalhando com um rock mais pesado, a banda também é conhecida por seus fãs como “possuídos pelo rock”, já que costumam tocar suas músicas sem  grandes intervalos. 


A energia e o entrosamento da banda também contribuíram com o clima daquele domingo, que foi dia de tirar aquela camiseta de banda do armário, foi dia de rock, bebê! 

Mas para mim, o público não foi apenas espectador, ele foi elemento fundamental para dar o tom ao show, onde todos estavam confortáveis para curtir o som a sua maneira, mesmo que seja apenas tocando sua guitarra imaginária.


D.O.S + Fetus Humanóides + Macaco Bong + Generator + Aleluia Bitch + Raimundos + The Almighty Devil Dogs + Cavalo Morto + Raimundos
Por Bianca Dias  
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E quem disse que falta o vocal?

31 de outubro de 2011
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Fotos por Bianca Dias 
Texto por Luana Rodriguez

Gosto não se discute. Para quem gosta de música instrumental, a noite de quarta feira do Shiva foi um prato cheio. Para quem não curte música sem vocal, o ambiente estava mais para “festa estranha”. A noite estava quente na cidade sem limites, e o som da primeira banda a se apresentar, a bauruense The Almighty Devil Dogs era ouvido a quarteirões de distância. Com duas guitarras, um baixo e uma bateria, além de uma base de FX, o grupo empolgava o público em alguns momentos, que vez ou outra ensaiava alguns passos de dança.






Arrisco-me a dizer que a melhor música da banda foi a última. Com “modo foda-se”, e uma explicação do tipo “quando tudo dá errado a gente aperta o botãozinho...”. Os músicos conseguiram a atenção da galera mais dispersa, que se voltou ao palco para curtir o último som grupo. Galera, aliás, que estava em número bem mais reduzido do que de costume, o que deixava o ambiente (geralmente aconchegante do Shiva) bem mais vazio. 

Quando a segunda banda entrou, os argentinos da Falsos Conejos que já tocaram na cidade, pouca coisa mudou. O rock experimental e instrumental dos gringos, que se apresentavam pela segunda vez em Bauru, e entre batidas harmoniosas e agitadas, que uniam o rock a um cool jazz, o público começava a ir embora.

Entre os lustres que balançavam sobre o bar e as luminárias que criavam uma atmosfera mais intimista, era possível ouvir comentários contraditórios em relação ao que iam desde “não colocaria no meu Ipod” e “não tocaria no meu aniversário” até “adoro essa banda”.



Passava das duas da manhã quando, num português arranhado, foi anunciado a saidera. A galera que permaneceu no local aplaudiu o trio formado por bateria, guitarra e baixo, que abusava da intensidade marcante do som. E, no final, quem ficou, gostou.




Captação e Edição por Diogo Azuma 
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Correndo com os Lobos

4 de outubro de 2011
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A molecada foi chegando de skate. É, parece que tem gente que leva skate pra balada. 
Mas não é por qualquer motivo... o lançamento do Canil tinha convidado ilustre. Dono da marca internacional “Alterna”, Wolnei dos Santos foi representar. Junto com o skate vinha um outro acessório indissociável do visual: o boné.

Fazendo as regalias da casa, The Almighty Devildogs abriu a noite instrumental, introduzidos por Guilherme De Buenas (Canil) e Laís Bellini (Enxame), marcando também a força de dois coletivos trabalhando em conjunto.

A Almighty amadureceu.



E “Corre!” Me lembro que essa foi a 1º música que ouvi do Almighty. Tenho a impressão de que é a primeira vez que estou vendo essa cachorrada tocar, mas lá se vão 1 ano desde a SEDA do ano passado. E na surf night, surfistas de balada na frente do palco; enquanto lá atrás, surtado, na função do sampler, tocando loucamente diversos instrumentos imaginários nosso saudoso colaborador, Devildog e Canil, Abadá.

A surf music tem um poder sobre as pessoas. Um poder de possuir corpos e almas que, apoiadas sobre os pés que pouco saem do lugar, dançam incessantemente no ar.

Foi uma das poucas vezes que eu senti que o rock instrumental valia a pena e era completo. Deixe ser enfeitiçado. Deixe se enfeitiçar. A casa já esteve bem mais cheia. Acho que em determinado momento, só ouvia a bateria e o trompete. Seria isso possível? A bateria é muito forte. 

Deixe que os impulsos te controlem.

Deixe os skatistas tomarem conta da casa, da cidade, deixe tomarem tudo. Deixe também que tomem conta dos que não são. Os skates estão andando sozinhos, andando quase paralelamente uns com os outros, andando sozinhos. Alguém, por favor, controle os skates! E gente ia pulando em cima dos skates e passando para o próximo antes de perderem o controle. Vide o Enxame neste momento...

Momento em que você recebe a prova de que nem sempre reuniões festivas com um público menor, fora-do-padrão-tijucano-instalado-no-rolê-local são miadas. E de repente a banda se tornou som, trilha sonora que comandava o movimento ali na frente. O foco mudou.

De repente já tinha torcida, skatistas e rodinha punk rolando ao mesmo tempo. Abortem seus skates. Tudo foi dominado pelas incessantes moléculas aos Mullet’s graus. 

Seria essa então a fórmula mágica de estrear? 
Uma lembrança de uma noite há quase dois anos atrás?

Mais gente aderiu à rodinha do que a fileirinha de trás dos que apenas ouviam a banda.
No meio de toda a confusão, impassível a tudo ao seu redor, um garoto grande, encostado em um dos pilares, transcendendo em seu próprio espaço.

Skatista que é roqueiro (ou é o contrário?), no fim do show joga o skate no pé do palco.

O fim da balada foi aplausos. Não só as bandas foram aplaudidas. Aplausos, Canil, pela primeira de uma série de noites maravilhosas (de surf music). Aposto que teve muita gente que se divertiu naquela noite, como há muito não se divertia. E, no final, ficou claro que os canis essa noite uivaram para guiar seu caminho, porque é sabido no mundo que “quem não sabe uivar não encontrará sua matilha”, como poetizou Charles Simic.

Vida longa às surf nights.


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Extremamente barulhento

4 de abril de 2011
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Olhando pra minha cachorra busco inspiração para fazer o texto sobre a noite de ontem.
Penso em todas as coisas que não podem ser ditas em palavras. Foi uma noite pesada.

Enquanto alguns assistem o Faustão, aqui estamos nós.
Mais uma vez, no Jack bar, com um copo de bebida na mão e algumas idéias na cabeça.
É um domingo bonito, como todos os outros.
Hoje é dia de mais uma 'Noite Fora do Eixo ao Extremo'.
Um espaço bem interessante para as bandas mais podres, como diria o 'Nardi', guitarrista da 'Almighty Devildogs'.
É a segunda edição do evento.

Antes do barulho começar, colei lá no camarim e troquei idéia com os caras da 'Plague Remains'.
Eles são de Bauru mesmo, curtiam a noite no Jack.

'É difícil achar lugar pra bandas pesadas, antes rolava lá no 'Pangea', no 'Under', ou no máximo no 'Área'... Hoje em dia tá mais complicado'.

Os caras fazem só músicas próprias ainda, concordo com eles que é foda achar espaço.
É o velho ditado...‘Pra cena acontecer, você deve fazer a cena’.
Essa foto aqui foi tirada do Myspace da banda.
Sobre o som disseram:

'Algumas músicas não têm solo sabe... Mas que se foda também'.
'Que solo o que?... Pra mim, solo é aqui no chão'.

O show foi pesadíssimo.
Víamos os cabeludos sacudindo a cabeça ao som de um death metal infernal.
Me lembrou os antigos festivais de moto que eu colava quando era mais novo.
Tava até sentindo o mesmo gosto de cachaça na boca.
Saudades brutal porra.

Os malucos do 'MUGO' chegaram e já foram para o camarim.
Lá, trocamos uma idéia bem esfumaçada.
Falávamos sobre 'covers'.

'Não curtimos fazer covers... A galera sempre pede no show, mas nós evitamos. Fazemos no máximo umas versões tal. Uma vez, fizemos de uma música dos Beatles, hahahaha'.

Lembro de ter encontrado os caras em turnê, lá em Bragança Paulista.
Segundo eles, o show dessa noite é o último da viagem.
Depois de vinte dias, voltarão para Goiania, terra natal do 'Mugo'.

- Aceita um gole da bebida?
- Não mesmo, tamo a vinte dias nessa loucura dessa viagem. Tô dando um tempo aqui que tá foda.

O show foi do caralho.
O som dos caras ao vivo é muito bom.
Eles já tocaram com nomes como Sepultura, Cólera, Devotos, Exploited, Confronto, Claustrofobia, Helmet, Korzus, Musica Diablo, Krisiun...
Haja garganta viu... Gritaria infernal mesmo...
Barulho fino que impulsionou os malucos a fazerem um puta de um bate-cabeça em frente ao palco.



O som foi um soco no ouvido de todo mundo ali.
Olho e vejo os malucos do enxame batendo cabeça sem dó...
A direita, vejo o Japa tirando umas fotos pá...
Aliás, essas fotos que eu usei no post são dele.
Doideira...
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Modestamente, 'The Almighty Devildogs' subiu ao palco, afinal de contas, seriam a banda mais leve da noite.
Alguns pequenos problemas com o sampler atrasaram um pouco o começo do show.
Quem é o idiota que tava no sampler?
Cabo C ta quente?
Como de costume, abriram o show com 'Plano 9'.
A galera pirou mesmo no som.

Víamos até baquetas voadoras estraçalhadas no ar.
Uma verdadeira loucura.

Após alguns dias de turnê, a banda exalava o sentimento 'lar doce lar'.
Foi tamanha alegria que eles estenderam a apresentação e acabaram tocando 'Batman', uma versão muito doida.
'Os caras tavam mais loucos do que o Batman... Isso sim.'
Tocaram até 'Miserlou'. Do caralho...


E foi com o uivo dos cachorros do inferno que a festa se encerrava lá no Jack Bar.
Dessa vez, nem ví o Raul Seixas, mas sabia que ele estava lá...
Mandando um abraço para todos os que leram esse texto até o final e um abraço para todos os outros também.

por João Paloso?
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Fotos Noite FDE ao Extremo #2

Fotos da MUGO e da The Almighty Devildogs na Noite Fora do Eixo ao Extremo 2:



Fotos por Diogo Azuma
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Festival Cacoffonia

8 de março de 2011
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Mini doc sobre o Cacoffonia, festival de artes integradas e recepção de calouros que aconteceu no Bosque da Unesp Bauru no dia 24/02/2011.
produção e captação: Ana Carolina Sá, Bruno Ferrari, Diogo Azuma, Eduardo Porto, Leonardo Portes e Patricia Maita
edição: Diogo Azuma


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Cacoffonia!

1 de março de 2011
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Confiram as fotos do evento Cacoffonia: bandas The Almighty Devil Dogs, Locodillos, Os Rélpis, intervenções, curtas...




Fotos por Amandla Rocha
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Rock do Bem 6 no Jack Pub - 03/12/10

3 de janeiro de 2011
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Confira entrevista com as bandas Supersonica e The Almighty Devildogs no Rock do Bem 6:


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Rock do Bem 6 No Jack Pub

4 de dezembro de 2010
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fotos por Diogo Azuma, Bruno Ferrari e Murilo Fermino
As bandas Madra, Seattle Dead Idols, Supersonica e The Almighty Devildogs se apresentaram no Jack Pub na sexta edição do Rock do Bem

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Com vocês: Falsos Conejos e Joseph Tourton

1 de novembro de 2010
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A passagem dos Falsos Conejos (ARG) e dA Banda de Jouseph Tourton (PE) por Bauru foi marcante. A Noite teve ainda show com os anfitriões The Almighty Devildogs. Assista como foi.




Captação: Eduardo Porto e Diogo Azuma
Edição: Leonardo Portes
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Fotos Noite Fora do Eixo #6: Almighty e Joseph Tourton

30 de outubro de 2010
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A Amanda Rocha colabora com a cena independente de Bauru há muitos anos. Especificamente cobrindo eventos, colabora desde o projeto piloto do E-Colab - o Canja Colaborativa - quando produziu inúmeras fotos do Festival Canja.

Na Noite Fora do Eixo 6, que rolou quinta (28/10), no Jack Pub, trazendo pernambucanos e argentinos a Bauru, ela fez cliques e selecionou algumas fotos. No ensaio não há fotos da banda Falsos Conejos, pois Amanda precisou ir embora no meio da Noite. 


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Dentro do Eixo

29 de outubro de 2010
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Por Laís Semis
Fotos por Laís Semis e Carlos Cananéa

Feixes de luzes coloridas iluminam a platéia, círculos dançantes são projetados no chão enquanto a luz negra destaca o que não tinha cor. A Noite Fora do Eixo #6 rolava envolvida pelas paredes de tijolos à vista coberta por quadros em preto e branco de dezenas de roqueiros, a maioria deles vivos apenas em lendas, memórias, discos, vídeos e papel. Jack Daniel também se encontrava enquadrado na parede.


A Noite Fora do Eixo veio de lugares diferentes e se encontrou no Jack Music Pub. A banda de Bauru, The Almighty Devildogs e seu lobo, como bons anfitriões, fizeram as cortesias da casa, abrindo a noite. O surf rock alimentando guitarras famintas pôde ter seus efeitos visualizados no público, que não conseguiu nem ficar sentado, longe do palco e nem ficar quieto.


A Banda de Joseph Tourton trouxe de Pernambuco seu rock instrumental leve, dançante, irresistível, às vezes triste e às vezes tão cheio de esperança para arrasar em Bauru. Sob aplausos, gritos e assobios os meninos cederam seu lugar aos hermanos.


“Hola, qué tal?” disseram os argentinos ao pisar no palco do Jack Pub. Em turnê pelo país, o trio Falsos Conejos vem de Buenos Aires com datas marcadas até o final de novembro pelo Brasil, seguindo, com sua pegada psicodélica, nos próximos dias para Minas Gerais.

E ainda no Jack Music Pub, eletrizado, baixista e platéia continuam pulando pelo palco e os acordes ecoando insanamente noite a fora, eixo a dentro.
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Pé de Macaco, The Snob's e The Almighty Devildogs

3 de outubro de 2010
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Por Laís Semis, repórter Jornal Jr.
Fotos por Marina Wang

Para fechar a 1º Semana de Audiovisual de Bauru, que contou com oficinas, mostras, mesas e shows, três bandas se apresentaram neste sábado (dia 2) no Alecrim.

A gaita, o blues, a pegada forte, a energia, tudo refletido no pilar espelhado do bar e para quem estivesse no Alecrim, onde a banda de Bauru, Pé de Macaco foi a primeira a apresentar suas composições autorais. O guitarrista vestindo uma camiseta do Bob Marley, lembrando que o Pé de Macaco não é só uma banda de rock, é uma fusão de estilos. Estilos que tem feito a cabeça do público por onde toca, desde que a banda foi criada em 2009.







THE SNOB’S
All-star, jeans, camisas xadrez, listradas, cabeleiras e cabelo colorido, salto. O The Snob’s tem presença de palco. Phill sobe nele com seu paletó xadrez e seus óculos escuros. Ele canta enquanto se deixa ser levado pelo som da própria música; e o vocal, embalado, conduz o fio do microfone em suas danças, às vezes, rege seus instrumentos imaginários.



E em meio ao discurso inicial de “Corpo Seco”, sobre o cemitério que traz em sua entrada as inscrições “Nós que aqui estamos por vós esperamos”, em Paraibuna, a cidade natal do The Snob’s, ele acende um incenso que queima aos seus pés pelo resto da apresentação da banda.


“Eu quero me encontrar, nos gritos de silêncio que ecoavam de um surdo e mudo gravador, registrador”, os versos de “Laboratório” tomando conta do Alecrim, percussão que não param quietas nas mãos e o fio do microfone que continua a dançar.

O som mais feroz da noite ficou por conta do The Almighty Devildogs, que contou até com lobo mascarado pulando pelo palco. A banda com seu instrumental, uma mistura de música e cinema de horror, leva a platéia à inquietação; até mesmo o lobo mascarado decide se infiltrar em meio à platéia para dançar.

E a noite terminou, assim como a Semana de Audiovisual, com o The Almighty Devildogs arrancando aplausos da galera.
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